Neste 28 de maio de 2021, enfrentamos um conjunto de desafios na defesa dos direitos reprodutivos das mulheres e pessoas que gestam, nos solidarizamos com cada família vítima da necropolítica, que ceifou vidas por conta da morte materna evitável, e nos levantamos e fortalecemos a luta pela vida das mulheres, contra o racismo, o fascismo e os fundamentalismos que nos atacam cotidianamente!

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Em novo ataque contra as mulheres, o governo agora quer ampliar o controle eugênico e racista de nossos corpos, violando nossa saúde sexual e reprodutiva. Através da Portaria 13/2021, SCTI – MS, o governo está implementando não apenas o controle, mas o impedimento reprodutivo de mulheres em situação de rua, o que se apresenta como promoção de práticas eugênicas, racistas e coloniais que persistem na atualidade com protagonismo do Estado brasileiro e de empresas farmacêuticas internacionais.

Mais de 90 organizações e 150 ativistas da Colômbia têm se unido para eliminar o delito de aborto (consentido) do Código Penal colombiano. Esta mobilização legal está sendo liderada pelo Movimento Causa Justa[2] que recentemente apresentou uma demanda perante a Corte Constitucional colombiana para declarar inexequível o artigo 122 do Código Penal, que penaliza parcialmente o aborto no país.

Grávidas sofrem mais com a segunda onda de COVID-19 no Brasil e a principal causa de morte são as falhas no atendimento. Situação calamitosa expõe a política genocida de Bolsonaro com mulheres negras. Para entender melhor o que está acontecendo, entrevistamos o ginecologista Melania Amorim da Rede Feminista de Ginecologistas e Obstetras.

O cenário no Brasil é catastrófico. Entregues à própria sorte, estamos construindo solidariedade entre nós e enxergando que outro projeto de país não pode esperar as urnas para se concretizar! Morrer de Covid ou morrer de fome? Não! Nós combinamos de não morrer! Dia 29 de maio estaremos TODOS NAS RUAS, fazendo pressão para derrubar este governo, o presidente, seus filhos, assessores e ministros. O 29 de maio é apenas o começo de uma jornada de renovação da esperança. Queremos vacina para todos e auxílio de, no mínimo, 600 reais.

O desemprego, a extrema pobreza e a emergência sanitária afetam mais as mulheres no País, que contam com redes de solidariedade e ação política para enfrentar as consequências da crise agravada pela COVID-19. Por Larissa Brainer, na Revista Bravas.

As Redes de Solidariedade estão desde o início da pandemia travando uma batalha para fazer com que milhares de pessoas não sucumbam à fome e ao coronavírus. Leia a reportagem especial do SOS Corpo e conheça algumas destas iniciativas e como apoiá-las!

As Redes de Solidariedade estão desde o início da pandemia travando uma batalha para fazer com que milhares de pessoas não sucumbam à fome e ao coronavírus. Leia a reportagem especial do SOS Corpo e conheça algumas destas iniciativas e como apoiá-las!

As Redes de Solidariedade estão desde o início da pandemia travando uma batalha para fazer com que milhares de pessoas não sucumbam à fome e ao coronavírus. Leia a reportagem especial do SOS Corpo e conheça algumas destas iniciativas e como apoiá-las!