O Caso Joyabaj, como ficou conhecido nos meios de comunicação, é mais um exemplo do uso da perseguição penal e da criminalização contra aqueles que se opõem aos abusos de funcionários, das empresas extrativistas e outras instituições que constantemente violam os direitos, sobretudo, dos povos indígenas e das mulheres, com maior força.

Começa nesta quinta-feira, 19 de agosto, o IV Seminário-Oficina Mulheres e Cidades: (In)Justiças Territoriais, espaço de encontro, diálogo e construção coletiva feminista, organizado pela CISCSA – Ciudades Feministas. Saiba mais.

Os casos denunciados por familiares e pessoas próximas tiveram que ganhar divulgação na mídia, nas redes sociais e nas ações das organizações para que recebessem atenção das entidades encarregadas da proteção às mulheres. Neste artigo, a feminista Clyde Soto nos dá uma visão geral da situação.

Respeitar a vontade dos cidadãos peruanos é uma ação democrática. Feministas rejeitam tentativas tendenciosas de declarar fraude eleitoral, que foram conduzidas de forma limpa e transparente. via @AFM_mujeres

Num contexto de emergência sócio-sanitária que resulta no confinamento e restrição de muitas atividades económicas, os preços das rendas e despejos por incapacidade de pagamento aumentam de forma preocupante.

Intervenção das OSC diante da 60ª. Mesa Diretora da Conferência Regional sobre a Mulher da CEPAL (fevereiro 2021), sobre o Fundo Regional de Apoio a Organizações e Movimentos de Mulheres e Feministas.

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Mais de 90 organizações e 150 ativistas da Colômbia têm se unido para eliminar o delito de aborto (consentido) do Código Penal colombiano. Esta mobilização legal está sendo liderada pelo Movimento Causa Justa[2] que recentemente apresentou uma demanda perante a Corte Constitucional colombiana para declarar inexequível o artigo 122 do Código Penal, que penaliza parcialmente o aborto no país.