Neste 28 de setembro, marcada pela luta dos movimentos de mulheres e feministas do Brasil e de toda a América Latina e Caribe, a Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto vem reafirmar o compromisso com a luta pela legalização e descriminalização do aborto.

Está no ar a campanha “Vote em Quem Defende a Vida e a Dignidade das Mulheres, Meninas e Pessoas que Gestam” da Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do Aborto.

O Encontro de Candidatas Feministas e Antirracistas de Pernambuco foi uma realização da Rede de Mulheres Negras de Pernambuco, SOS Corpo Instituto Feminista Para Democracia, Fórum de Mulheres de Pernambuco, Meu Voto Será Feminista, Eu Voto Em Negra e Marco Zero Conteúdo com apoio da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político.

Audiência na Câmara Municipal de Recife tem o objetivo de debater sobre a política de assistência social e evidenciar o diagnóstico sobre a situação dos serviços dos centros referenciados e das redes de assistência na cidade.

Entre os dias 28 a 31 de julho, mulheres amazônidas das florestas, campos e cidades dos nove países da região se encontram no Pará para a 10ª edição do Fórum Social Pan-Amazônico. Confira a programação!

Ato convocado pela Frente Nacional contra a Criminalização de Mulheres e pela Legalização do Aborto e a Frente Parlamentar Feminista Antirracista ocupou o Congresso Nacional, ocupou o Congresso Nacional nesta quarta-feira, 13 de julho.

A Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto (FNPLA)
manifesta o mais veemente repúdio pela condução do processo de Santa Catarina em que a criança, de apenas 11 anos de idade, pede autorização para a realização de um aborto legal em que a gestação resultou de um estupro.

Feminista, fotógrafa, professora da arte, Glória Ferreira militou contra a ditadura civil-militar brasileira e foi exilada na Europa, nos anos 1970. No exílio, integrou o Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris e atualmente, fazia parte do Coletivo Peitamos, que voltou a reunir muitas integrantes do Círculo.

Nós do SOS Corpo nos juntamos a todos os movimentos, organizações e militantes feministas para denunciar os ataques à saúde e aos direitos das mulheres e outras pessoas que gestam, implementados por esse governo de morte.