Painel na Marcha das Margaridas 2023 que discutiu democracia participativa, destacou a necessidade de seguirmos organizadas para reconstruirmos o Brasil com mais mulheres no poder.
Depois de tanta luta, de campanhas fundadoras e transformadoras como “quem ama não mata”, de tantos debates sobre a impertinência do argumento de legitima defesa da honra, foi preciso esperar até hoje, 1 de agosto de 2023, para que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinasse ilegal o uso deste argumento por advogados na defesa de assassinatos de mulheres. Ainda teremos de lidar com uma desigualdade residual que insiste em culpabilizar a mulher da sua própria morte, pois isto está entranhado na cultura institucional e segue difundido pela mídia, que se revitaliza no sensacionalismo policial.
Publicação da Universidade Livre Feminista resgata histórico do uso pedagógico da internet enquanto conta sua própria história de décadas de experiência em educação a distância (EAD) feminista e popular. Com esta publicação o SOS Corpo encerra sua participação nesse espaço.
Na próxima quarta-feira, 02 de agosto, Ação Cultural Feminista do SOS Corpo convida quatro mulheres para debater a situação do futebol feminino no Brasil, em Pernambuco e as possíveis aproximações entre a modalidade com o feminismo.
Vamos ocupar a universidade e apoiar a defesa da tese da educadora e pesquisadora do SOS Corpo, Mércia Alves!
Ação Cultural Feminista do SOS Corpo integra a 11ª edição do Julho das Pretas, que em 2023 tem como tema Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver.
Campanha Nacional da Frente Feminista Antirracista com Participação Popular mobiliza apoio às seis deputadas perseguidas pelo PL de Jair Bolsonaro e o Centrão de Arthur Lira
A regulação das big tech deve voltar à pauta do congresso Nacional em breve, é o que promete o relator do PL 2630, Orlando Silva, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Por isso trazemos um texto para atualizar a militância sobre a tramitação, os defensores e opositores do projeto e, mais importante, discutir a importância da regulação das plataformas digitais e o impacto que as grandes empresas de tecnologia têm na democracia, destacando o acesso desigual à internet, o potencial de manipulação das notícias falsas e a necessidade de responsabilização das empresas. Também detalhamos aqui os escândalos envolvendo o uso indevido de dados pessoais pelas redes sociais. No nosso ponto de vista, a regulação proposta na PL 2630 é o mínimo que podemos fazer para conter o caos e garantir a transparência nas plataformas.
“Violência contra as mulheres: estamos enfrentando?” Para debater esta pergunta o SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia iniciou ontem um curso da sua linha de formação Fontes e Veredas, voltado para mulheres integrantes de movimentos sociais e/ou atuantes nos serviços públicos de enfrentamento à violência.
Audiência de continuação previa o pronunciamento do Governo de Pernambuco e da Prefeitura de Recife sobre a efetivação de políticas públicas de combate ao feminicídio, transfeminicídio e lesbocídio, mas gestores não apresentaram nada concreto.