A luta pela violência foi uma das principais pautas no movimento feminista. Foi uma das coisas que ajudou a articular os movimentos feministas no Brasil. Mas com o tempo a luta foi assimilada pelos governos, pela direita, pelo capital. O movimento feminista deixou de ser a liderança deste enfrentamento.
Nosso papel, como movimento feminista, é fazer o enfrentamento à essas instituições, ocupadas, em geral, por nossos adversários políticos. E radicalizar, através das práticas, retomando o lugar de protagonista na derrubada do patriarcado, do capitalismo e do racismo!
No dia 02 de março, na Ação Cultural “Qual a força do feminismo em 2023?”, mais de 60 mulheres de diferentes organizações e movimentos feministas da cidade chegaram a uma análise em comum: precisamos radicalizar nossas lutas para enfrentar os desafios postos pela conjuntura!
Na quarta-feira, 8 de março, feministas de diferentes organizações e movimentos de Pernambuco foram às ruas no Dia Internacional de Luta das Mulheres.
Em 2022 reunimos, juntamente com a Fundação Friedrich Ebert-Brasil, militantes feministas de diferentes partes e movimentos organizados no Brasil, para […]
Promovido pelo Sindicato dos Bancários de Pernambuco, o curso é direcionado às mulheres dirigentes da entidade terá a Aula Inaugural aberta ao público, no dia 13 de março, às 19h, na sede do Sindicato, em Recife.
Diante de um cenário de avanço do fundamentalismo religioso, ataques à saúde reprodutiva das mulheres, racismo ambiental, questões climáticas e o aumento da violência contra as mulheres, o que o movimento feminista pode esperar da conjuntura e quais os caminhos possíveis para enfrentar esses desafios?
O encontro aconteceu no dia 24 e contou com a participação de 22 representantes de cada um dos grupos que tiveram projetos aprovados, para tirarem dúvidas sobre a execução do Apoio.
Marcado para a próxima quinta0feira, 02 de março, o debate “Qual a força do feminismo em 2023?”, pretende fazer uma análise de conjuntura com perspectiva feminista antirracista, sobre os desafios para a luta feminista neste ano.
Digo às companheiras que aqui estão será exibido no Auditório do Museu Aljube – Resistência e Liberdade, na cidade de Lisboa/POR no próximo dia 20 de janeiro, às 18h.