Delegação brasileira compõe Agenda de Incidência Internacional com o objetivo de denunciar a organismos internacionais, a grave situação de violação de direitos humanos e da democracia na atual conjuntura do Brasil.

“Eu sabia quais seriam os custos de ser jornalista e de mostrar a situação de injustiça que estávamos vivendo. Eu vi como alguns dos meus amigos foram enviados à prisão, vi como algumas colegas minhas foram extorquidas com vídeos sexuais. O melhor que puderam fazer foi me acusar de traidora e agente que trabalha no exterior. E aqui começa minha história.”

“Parece que foi ontem, mas nesse dia 13 de setembro, há exatamente um mês, nós, mulheres do campo, da floresta e das águas, agricultoras familiares, chegávamos a Brasília. Éramos 100 mil mulheres que com garra, força, ousadia e coragem marchamos desde as nossas comunidades para coroar a 6ª Marcha das Margaridas”

Atividade promovida pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político no IV Encontro Internacional de Participação, Democracia e Políticas Públicas debateu os desafios da efetivação da democracia com participação popular na atual conjuntura.

Por Antonella Sinacore – “Mal chegamos, percebemos que a aldeia artística tinha cerca de 10 construções completamente abandonadas. Pior ainda: íamos construir mais um. Como a crônica de uma morte anunciada. Diante desse panorama, a primeira coisa que fizemos foi questionarmos qual seria o nosso trabalho ali, já que não tínhamos a intenção de seguir fomentando aquela situação.”

Por Diana Mines – O gênero tem estado em pauta ultimamente, entre outros motivos pela crescente violência misógina e pelas campanhas provenientes da igreja católica e do fundamentalismo evangélico contra o que chamam de “ideologia feminista”.

Na condição de Instituto Feminista para Democracia, vimos somar nosso repúdio às vozes das mulheres e homens que fazem o MST contra o despejo do Centro de Formação Paulo Freire, em Caruaru (PE), solicitado pelo INCRA.