Resultado da série de webnários e informes produzidos ao longo do ano de 2021 pelo Observatório Direitos Humanos Crise Covid-19, livro repercute temas-chave sobre direitos sociais como trabalho e renda, impactos econômicos da pandemia, má gestão federal do SUS e muito mais. Acesse para baixar. 

Começou ontem, no dia 21 de novembro, dia Mundial da Pesca Artesanal, o Grito da Pesca, que reúne mais de 600 pescadores e pescadoras de 15 estados brasileiros em mobilização para denunciar a grave situação que a pesca artesanal e os territórios tradicionais pesqueiros tem enfrentado nos últimos anos com o avanço da privatização dos territórios!

No podcast DH em Ação apresenta-se informações sobre a situação atual desses povos e o relato de sete casos documentados que abordam as violações de direitos humanos sofridas durante o período da pandemia da Covid-19 no Brasil.

A Plataforma analisou as propostas, a partir de 3 eixos: Combate à corrupção e fiscalização dos partidos políticos, Representatividade de gênero e étnico-racial e Fortalecimento de mecanismos de democracia direta.

A PEC 125/11 propõe a reserva de vagas para candidaturas femininas e sua composição nos legislativos. Porém, boa parte das emendas apresentadas limitam a cota em 15%, o que não alteraria em nada a sub-representatividade das mulheres no Congresso. Leia a Nota Técnica da @reformapolitic_

A resposta irônica de Arthur Lira (PP-AL), atual presidente da Câmara, foi de que não havia “materialidade” para um processo de impeachment. Isso alimentou a indignação, e ele foi cobrado tanto nas redes quanto nas ruas. Em Maceió e em muitos lugares, uma faixa dizia “Arthur Lira é cúmplice do genocídio”.

Em um dia histórico, movimentos sociais e parlamentares de diversos partidos entregaram, na tarde desta quarta-feira, 30 de junho, ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, um “superpedido” de impeachment. O documento reúne cerca de 120 pedidos, baseado em mais de 20 crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro.

A última barreira contra a entrega total do que resta de território de preservação ambiental no país, povos indígenas estão resistindo à violência policial e à violência política que representa a votação na CCJ do PL 490, que quer abrir os territórios indígenas para a exploração econômica.

O Fórum de Mulheres de Pernambuco repudia a ação violenta da polícia militar do estado de Pernambuco contra a manifestação pacifica ocorrida neste sábado, 29 de maio. Não se tratou de espontaneísmo de policiais desequilibrados. O governo afirma que não autorizou essa ação violenta, então é preciso tomar medidas enérgicas.