Organizações que atuam na luta em defesa dos Direitos Humanos no Brasil, entre elas o SOS Corpo, lançaram manifestação sobre fala da Ministra Damares nas Nações Unidas CDH49 ONU, que divulgou falsas informações sobre a situação dos direitos humanos no país.

Lançado nesta quinta-feira, 3 de março, o pronunciamento do Grupo de Trabalho CLACSO Feminismos, Resistências e Emancipação, rechaça à invasão/guerra na Ucrânia, por quaisquer que sejam as suas motivações, denuncia o caráter destruidor do paroxismo patriarcal e clama pelo cessar fogo e pela paz.

Evento pretende fortalecer a atuação conjunta em direitos humanos e dar visibilidade  ao documento que especifica as violações e apresenta recomendações aos órgãos e instituições locais, nacionais e internacionais, relativos a cada caso apresentado.

Resultado da série de webnários e informes produzidos ao longo do ano de 2021 pelo Observatório Direitos Humanos Crise Covid-19, livro repercute temas-chave sobre direitos sociais como trabalho e renda, impactos econômicos da pandemia, má gestão federal do SUS e muito mais. Acesse para baixar. 

Começou ontem, no dia 21 de novembro, dia Mundial da Pesca Artesanal, o Grito da Pesca, que reúne mais de 600 pescadores e pescadoras de 15 estados brasileiros em mobilização para denunciar a grave situação que a pesca artesanal e os territórios tradicionais pesqueiros tem enfrentado nos últimos anos com o avanço da privatização dos territórios!

No podcast DH em Ação apresenta-se informações sobre a situação atual desses povos e o relato de sete casos documentados que abordam as violações de direitos humanos sofridas durante o período da pandemia da Covid-19 no Brasil.

A Plataforma analisou as propostas, a partir de 3 eixos: Combate à corrupção e fiscalização dos partidos políticos, Representatividade de gênero e étnico-racial e Fortalecimento de mecanismos de democracia direta.

A PEC 125/11 propõe a reserva de vagas para candidaturas femininas e sua composição nos legislativos. Porém, boa parte das emendas apresentadas limitam a cota em 15%, o que não alteraria em nada a sub-representatividade das mulheres no Congresso. Leia a Nota Técnica da @reformapolitic_

A resposta irônica de Arthur Lira (PP-AL), atual presidente da Câmara, foi de que não havia “materialidade” para um processo de impeachment. Isso alimentou a indignação, e ele foi cobrado tanto nas redes quanto nas ruas. Em Maceió e em muitos lugares, uma faixa dizia “Arthur Lira é cúmplice do genocídio”.