Betânia Ávila, socióloga e pesquisadora do SOS Corpo, apresentou algumas das facetas do neoliberalismo em articulação com os fundamentalismos e suas implicações na vida social durante sua participação na edição de julho do curso Caleidoscópio.

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Sônia Mota, pastora presbiteriana e teóloga feminista da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), falou sobre os interesses geopolíticos violentos e autoritários dos fundamentalismos no processo de colonização do território brasileiro e na opressão contra as mulheres.

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A primeira mobilização da campanha internacional em defesa dos corpos e territórios das mulheres aconteceu no I Fórum de Mulheres Indígenas, maior ato em em defesa da Mãe Terra e da garantia do direito territorial 519 anos. Veja o vídeo, leia o manifesto aqui!

Talita Rodrigues compartilhou a experiência de atuação do Coletivo Mangueiras na periferia de Recife e Salvador através do projeto InfoBike – Pedalando Por Direitos, na edição de julho do curso Caleidoscópio: Corpos Livres, Estado Laico.

A elite midiática e sua influência no atual cenário político brasileiro foi o tema da conversa com Ana Veloso, do Fórum Pernambucano de Comunicação, durante o curso Caleidoscópio. Para a ativista, a luta pela democratização dos meios de comunicação no Brasil enfrenta o avanço dos fundamentalismos.

Seu Jornal, da TV dos Trabalhadores, traz reportagens que mostram o ataque de fazendeiros à aldeia indígena Waiãpi, em Pedra Branca do Amapari, no Amapá. A invasão, motivada por interesses econômicos, é incentivada pelos discursos do atual presidente Bolsonaro, que quer “legalizar” a exploração do garimpo em territórios indígenas demarcados.