As mulheres não partem, as mulheres desaparecem. O machismo, a indiferença e ineficiência do Estado e uma sociedade tolerante com a violência contra a mulher desaparecem. via @AFM_mujeres

Relatar minha vivência partindo de uma referência audiovisual é estimulante e, inclusive, útil como ponto de partida para pensar que coisas mudaram no deserto australiano, do qual pouco sabemos se não por meio de documentários ou histórias sobre animais e insetos mortais.

No Uruguai, a cada 20 de maio, uma multidão de corpos reclama no espaço público verdade e justiça pelas pessoas desaparecidas pelo terrorismo de Estado. Este ano, entretanto, a pandemia impossibilitou a presença física, mas isso não significou ausência. Leia na Revista Bravas

A violência de gênero se manifesta em diferentes espaços e de diferentes maneiras. As novas tecnologias e redes sociais não são neutras; elas não estão livres das desigualdades estruturais que permeiam toda a sociedade. via @AFM_mujeres

O dia 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, foi comemorado com muita música em um país onde fanáticos religiosos cercam as poucas instituições que promovem uma perspectiva de gênero nos problemas sociais.

Cinco das 39 vítimas de feminicídio em 2020 foram mortas por policiais ou ex-policiais. A articulação Mulheres Livres de Violência denuncia que as instituições paraguaias falharam na tarefa de proteger as mulheres durante a pandemia. via @AFM_mujeres

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“Lançamos este manifesto, mobilizadas e organizadas contra as formas de violência econômica que têm se articulado com a violência patriarcal, racista e xenófoba. Queremos condenar todas as formas de violência contra mulheres, travestis, trans, lésbicas, bissexuais e não binárias.”