Atividade promovida pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político no IV Encontro Internacional de Participação, Democracia e Políticas Públicas debateu os desafios da efetivação da democracia com participação popular na atual conjuntura.

A julgar pelo PPA enviado ao Congresso, serão quatro anos de miséria. Em nome do “realismo fiscal”, priorizam-se os ricos, penalizam-se os trabalhadores e se esquece a desigualdade. No ambiente, 96% dos recursos ao agronegócio

Na condição de Instituto Feminista para Democracia, vimos somar nosso repúdio às vozes das mulheres e homens que fazem o MST contra o despejo do Centro de Formação Paulo Freire, em Caruaru (PE), solicitado pelo INCRA.

Na Câmara dos Deputados foi admitida na Comissão de Constituição e Justiça a PEC 187, que permite atividades agropecuárias e florestais em terras indígenas, um verdadeiro retrocesso que só atenderá a ganância sem fim do agronegócio brasileiro, que com seu lobby poderoso, atropela direitos, vidas e o coloca em risco o futuro da humanidade.

Com o tema “as lutas e resistências dos movimentos sociais no nordeste na disputa e construção pela democracia que queremos”, o Seminário prevê a participação de 150 pessoas de organizações populares e movimentos sociais dos 9 estados do Nordeste.

A escalada arriscada de posições e atitudes assumidas pela presidência da República nas últimas semanas, aliada à revelação de uma rede de corrupção e fraudes envolvendo membros do Judiciário, fez acender, até em quem outrora apoiou o projeto político de Jair Bolsonaro, uma luz de alerta quanto aos caminhos que estão sendo trilhados pelo país.