Hoje assisti (pela primeira vez) à marcha do 25N na cidade em que vivo há pouco tempo. Foi uma experiência totalmente inédita: me encontrei com um grupo de umas 100 mulheres, entre 30 e 80 anos, também meninas pequenas de mãos dadas com as mães e avós, em sua maioria vestidas com roupa habitual das campesinas e habitantes dos povoados sabaneros. Por Zulma Consuelo Urrego Mendoza, na Revista Bravas.

Durante os últimos quatro anos, as organizações feministas argentinas cumpriram um papel muito importante na resistência e contenção das populações mais vulneráveis, e chegaram fortalecidas a um encontro cujo lugar próximo à capital foi estratégico para assegurar um grande público. Ainda assim, nada foi capaz de prever que trataria da maior mobilização feminista da história da América Latina.

Trinta anos se passaram desde o retorno da democracia no Chile. Não é menos tempo para que os vestígios de uma das ditaduras mais violentas da humanidade ficassem para um nunca mais e se construísse uma institucionalidade pública justa e equitativa, e – sobretudo – se restaurassem os direitos fundamentais que foram privatizados.

Nomear o que existe, ou não nomeá-lo, são operações altamente políticas. É parte da construção de uma identidade que marcará um modo de existir no mundo, uma memória (ou um esquecimento) e, em alguns casos, uma forma de entrar na História. Por Clyde Soto.

Durante esos días se registró y debatió sobre los principales desafíos feministas planteados en una situación de explosión social colectiva, ampliada, múltiple, plural, que tiene en común un cuestionamiento de fondo del modelo neoliberal.

Instagram did not return a 200.