Na condição de Instituto Feminista para Democracia, vimos somar nosso repúdio às vozes das mulheres e homens que fazem o MST contra o despejo do Centro de Formação Paulo Freire, em Caruaru (PE), solicitado pelo INCRA.

Na Câmara dos Deputados foi admitida na Comissão de Constituição e Justiça a PEC 187, que permite atividades agropecuárias e florestais em terras indígenas, um verdadeiro retrocesso que só atenderá a ganância sem fim do agronegócio brasileiro, que com seu lobby poderoso, atropela direitos, vidas e o coloca em risco o futuro da humanidade.

Com o tema “as lutas e resistências dos movimentos sociais no nordeste na disputa e construção pela democracia que queremos”, o Seminário prevê a participação de 150 pessoas de organizações populares e movimentos sociais dos 9 estados do Nordeste.

A escalada arriscada de posições e atitudes assumidas pela presidência da República nas últimas semanas, aliada à revelação de uma rede de corrupção e fraudes envolvendo membros do Judiciário, fez acender, até em quem outrora apoiou o projeto político de Jair Bolsonaro, uma luz de alerta quanto aos caminhos que estão sendo trilhados pelo país.

O movimento feminista denuncia que o desmonte do Estado prejudica muito mais aqueles e aquelas que já estão nas posições sociais mais dominadas e exploradas, as mesmas pessoas que são constantemente humilhadas pelo presidente: as mulheres, o povo negro, os indígenas, a população LGBTI, pessoas encarceradas, a classe trabalhadora, desempregada, todo mundo que vive na miséria e todas as que lutam pela democracia

Um amplo conjunto de entidades e organizações representativas do povo brasileiro convoca em caráter de urgência todas as pessoas interessadas na defesa de nosso patrimônio público a se somarem nos dias 4 e 5 de setembro ao Ato e Seminário pela Soberania Nacional e Popular, que acontecerá na Câmara dos/as Deputados/as, em Brasília.

Com 30 anos de existência, o Sistema Único de Saúde (SUS), corre sério risco de não sobreviver em meio a cortes no orçamento, segundo especialistas. Somente em 2019, os cortes podem alcançar um total de R$ 1,5 bilhão. O Sistema foi criado em 1988 pela Constituição Federal Brasileira (CFB), que determina que é dever do Estado garantir saúde a toda a população brasileira, mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.