No dia 27 de maio, quarta que vem, vai ser votado no STJ se o caso Marielle vai passar a ser investigado pela Polícia Federal. Justo nesse momento onde vimos denúncias de que o presidente Jair Bolsonaro teve o interesse em interferir na Polícia Federal do Rio de Janeiro para blindar, supostamente, sua família de investigações.

Hoje, 14 de março, completa-se um ano da execução sumário de uma vereadora lésbica, de pele negra e moradora da favela da Maré. As quatro balas certeiras que atingiram o rosto de Marielle são reflexos das balas “perdidas” que continuam a dizimar a população negra e periférica. Suspeitos foram presos, mas quem mandou metralhar nossa esperança?