Primera condena por crimen de odio en Paraguay

61 pessoas trans foram mortas por ódio no Paraguai desde 1989. Em 2019, pela primeira vez na história, um caso foi levado a julgamento e o assassino foi condenado a 25 anos de prisão.

61 pessoas trans foram mortas por ódio no Paraguai desde 1989. Em 2019, pela primeira vez na história, um caso foi levado a julgamento e o assassino foi condenado a 25 anos de prisão.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), publicou neste sábado (02) nota que denuncia o assassinato do agente florestal indígena Paulo Paulino Guajajara, após ter sido emboscado junto ao grupo de indígenas “Guardiões da Floresta” por madereiros no interior…

Fonte: Boletín Boca A Boca – Articulación Feminista Marcosur Las adhesiones se pueden realizar aquí. El documento en español se puede leer en Compromisos Puebla – octubre 2019 y en inglés haciendo click aquí. Reunión regional preparatoria de América Latina…

No próximo ano, 2020, teremos eleições municipais no Brasil. Em que medida a ação dos movimentos de mulheres e feministas contribuíram para que gestores/as públicos passassem a planejar as cidades com uma perspectiva de gênero?

O Programa Fora da Curva desta sexta-feira (01) analisou o atual cenário político da América Latina em momento de insurgências populares contra os avanços do neoliberalismo e como esse contexto afeta o Brasil. Ouça!

Milhares de peruanas, peruanos, defensoras/es de direitos humanos e feministas se mobilizam para proteger a democracia e exigir o fechamento do Congresso.

Deputado federal e líder do governo na Câmara, em entrevista veiculada essa semana, ameaçou reeditar AI - 5 caso ocorra radicalização do campo da esquerda em protestos de rua contra o desgoverno de Jair Bolsonaro.

O Observatório de Direitos Humanos da Nicarágua registra atos de violência política após a repressão do governo, que afetou diretamente 119 mulheres entre 8 de junho e 27 de agosto deste ano.

Mulheres de povos indígenas tomaram pacificamente o Ministério do Interior da capital argentina para exigir a efetivação de seus direitos e que suas queixas, demandas e propostas fossem ouvidas.

As 139 organizações que assinam o pronunciamento solicitam aos governos que cessem os estados de emergência e retirem das Forças Armadas a tarefa de segurança pública e convocam a OEA e a ONU a tomarem posição sobre as medidas de exceção e a suspensão de direitos.