O Gênero da Cidade

No segundo episódio da série O Corpo da Cidade, do Fórum Nacional de Reforma Urbana, Carmen Silva, socióloga e educadora do SOS Corpo fala sobre como as mulheres vivem a cidade, marcada por desigualdades e por violências.

No segundo episódio da série O Corpo da Cidade, do Fórum Nacional de Reforma Urbana, Carmen Silva, socióloga e educadora do SOS Corpo fala sobre como as mulheres vivem a cidade, marcada por desigualdades e por violências.

A cultura e a estrutura patriarcal capitalista racista se utilizam da violência contra as mulheres para manter o sistema de dominação e exploração sobre nossas vidas e na sociedade, e a nossa luta feminista se realiza para que todas as mulheres, crianças e idosas, tenham uma vida livre de violências.

Levante Feminista Contra o Feminicídio denuncia a ocorrência de mais de 600 feminicídios já consumados no país, sem falar de milhares de tentativas, apenas no ano de 2021.

Na quinta-feira (21) a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados entregou a edição 2021 do Prêmio Mulher-Cidadã Carlota Pereira de Queirós, em caráter póstumo, à Lenira de Carvalho.

Estabelecida em setembro em imóvel que acumula meio milhão em dívidas tributárias com o município e a União, a Ocupação 8 de Março abriga 300 famílias, formadas em sua maioria por mulheres, idosos e crianças.

O Caso Joyabaj, como ficou conhecido nos meios de comunicação, é mais um exemplo do uso da perseguição penal e da criminalização contra aqueles que se opõem aos abusos de funcionários, das empresas extrativistas e outras instituições que constantemente violam os direitos, sobretudo, dos povos indígenas e das mulheres, com maior força.

Patriarcado, Estado e agronegócio avançam sobre a vida de meninas e mulheres indígenas no Brasil

Nesta carta-relato, Analba Brazão. educadora e pesquisadora do SOS Corpo, narra um pouco da luta, da energia, sentimentos e caminhos construídos e vivenciados durante sua participação na II Marcha das Mulheres Indígenas, que aconteceu em Brasília, entre os dias 07 e 11 de setembro deste ano. Leia em nosso site.

Nós, do SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia, manifestamos nosso total apoio às reivindicações do movimento e solidariedade às trabalhadoras e trabalhadores do MTST/PE, que não têm medo de lutar por melhores condições de vida, por moradia, por uma cidade com direitos para a coletividade e contra os privilégios para a classe dominante branca e proprietária.

A Plataforma analisou as propostas, a partir de 3 eixos: Combate à corrupção e fiscalização dos partidos políticos, Representatividade de gênero e étnico-racial e Fortalecimento de mecanismos de democracia direta.