A sargento da polícia militar foi morta pelo ex-marido, Evandro Bitencourt, em julho do ano passado na cidade de Forquilhinha, sul catarinense. A Polícia civil afirma que aguarda um laudo pericial para concluir o caso.

Ação faz parte de campanha nacional que reúne diferentes organizações, redes e coletivos do movimento feminista brasileiro. Manifesto denuncia o avanço da violência contra as mulheres o aumento preocupante de feminicídios no último ano. Assine!

O Caso Mariana Ferrer reitera como o estupro é naturalizado pela sociedade brasileira e cada dia mais chancelado pelas instituições públicas. Para fazer frente ao avanço conservador, o movimento feminista, mais uma vez, denuncia a violência e a discriminação contra todas as mulheres. Não vão nos calar.

Aproveitando a crise devido à pandemia de Covid 19, Kevin Villanueva, um dos culpados do feminicídio da feminista Solsiret Rodríguez, solicitou sua libertação da prisão por um possível “contágio por vírus”. Estamos procurando Sol por 4 anos e não vamos parar até que façamos justiça.

De acordo com o Atlas da Violência divulgado em 2019, entre 2007 e 2017 houve um aumento de 30,7% dos casos de feminicídio. Este ano, o Estado de Pernambuco já registrou 34 mil casos de violência doméstica. Na semana do 25 de Novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, o Fora da Curva perguntou Por que ainda é preciso lutar pelo fim da violência contra as mulheres?

Está na pauta de discussão da Câmara dos Deputados um projeto de lei de Bolsonaro que facilita a posse e o porte de armas no Brasil. Hoje, 40% das mulheres assassinadas em casa são por armas de fogo. Se o PL 3723/2019 for aprovado, as mulheres vão estar ainda mais vulneráveis!

Azul Montoro foi assassinada por Fabián Casiva em outubro de 2017. Após investigação de um ano, o julgamento começou em 31 de julho, onde o crime de ódio contra uma pessoa trans é descrito pela primeira vez como feminicídio.