Longe de encolher devido à pandemia, a marcha dos desaparecidos durante a última ditadura no Uruguai se multiplicou em dezenas de iniciativas de bairro. Margaridas sem pétala (símbolo da organização Mães e Famílias de Detidos Desaparecidos) e pôsteres que gritavam “Presente” e perguntavam “Onde eles estão?” encheram as janelas e varandas de todas as casas.

Trinta anos se passaram desde o retorno da democracia no Chile. Não é menos tempo para que os vestígios de uma das ditaduras mais violentas da humanidade ficassem para um nunca mais e se construísse uma institucionalidade pública justa e equitativa, e – sobretudo – se restaurassem os direitos fundamentais que foram privatizados.

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