O comportamento do governo brasileiro diante da pandemia se transforma em uma nova bandeira de grupo de direitos humanos no exterior. Entidades nacionais têm proliferado ações no exterior para pressionar o presidente Jair Bolsonaro. Por Jamil Chade

A expansão dos casos de pessoas contagiadas com o vírus COVID-19 e as precárias condições de moradia nas favelas e periferias do país é motivo de intensa preocupação de entidades e especialistas que atuam nas áreas de saúde e desenvolvimento urbano no país, assim como das próprias famílias.

As entidades de saúde coletiva e da bioética consideram intolerável e irresponsável o “discurso da morte” feito pelo Presidente da República, na noite de 24 de março, em cadeia nacional de rádio e TV.

As famílias brasileiras precisam de apoio para enfrentar o coronavírus. Não temos tempo a perder: precisamos implementar uma política de renda básica de emergência para os mais desprotegidos. ASSINE AGORA!

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O papel de tomar conta da família, invisível e não remunerado, recai sobre as mulheres. Em meio à crise sanitária, Estado deveria se responsabilizar. Após o desastre, será preciso construir um mundo baseado no bem comum e na solidariedade.

Com a intensificação dos casos do novo coronavírus em Pernambuco e o início da transmissão sustentada no Estado, a Articulação Recife de Luta vem a público cobrar ações efetivas do Governo do Estado frente ao desabastecimento de água imposto de forma contínua às populações das favelas e bairros de baixa renda na cidade do Recife e na Região Metropolitana.

A Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político manifesta seu repúdio, mesmo que sem surpresa, à revelação de que o próprio presidente da República insufla manifestações que atentam contra as instituições da já abalada democracia brasileira.

Organizações de mulheres e de defesa da liberdade de expressão e imprensa e dos direitos humanos reforçam apoio à jornalista Patrícia Campos Mello e exigem resposta do Congresso Federal perante o ataque discriminatório realizado em um espaço institucional da Casa – exatamente em uma CPMI instaurada para apurar notícias falsas usadas com fins eleitorais

A situação brasileira se soma às preocupações globais sobre os rumos de desenvolvimento da internet, baseado em um modelo de negócios de crescente exploração de dados pessoais e de formação de monopólios digitais, e sobre as crescentes tentativas de regulação da internet a partir de perspectivas criminalizantes e pouco democráticas.

No Programa Fora da Curva desta terça-feira (05), Silvia Camurça, pesquisadora integrante do SOS Corpo foi uma das convidadas para discutir o papel da oposição política em uma democracia.