Convidada pelo Movimento de Mulheres Camponesas para o lançamento da publicação que traz reflexões sobre o Feminismo Camponês Popular, Maria Betânia Ávila tece impressões sobre o livro, que é uma elaboração que se torna importante para a história do movimento feminista brasileiro.

As trans precisam de uma visibilidade que vá além da mera citação do número de assassinatos. A garantia de direito a saúde, a trabalho e a educação não chega somente pelo anúncio das ameaças e violências que essas pessoas sofrem. É preciso refletir sobre os privilégios de se reconhecer do mesmo gênero que o sexo e entender que ambos são uma construção social. Em entrevista concedida a Fran Ribeiro, a ativista trans Amanda Palha, explica que não é o sexo que determina do gênero, é o contrário: são as relações de gênero que inventam o sexo. “Não dá para construir uma estratégia antissistêmica sem compreender o caráter social do sexo” Leia a entrevista completa!

Desde sábado (23) até o próximo 31 de janeiro acontece a 20ª edição do Fórum Social Mundial, desta vez online. Dentro da programação, nesta terça-feira, 26 de janeiro, às 18h30, vai ser transmitida a mesa “Feminismos de Fronteira: práticas insurgentes para resistir e (re) existir”.

Um contexto difícil se avizinha. Governo brasileiro, cada vez mais atrelado ao fundamentalismo, quer retroceder a um conceito patriarcal e racista de “família” e domesticar as mulheres. Mas feminismo resiste e segue sendo trincheira. Por CFEMEA e SOS Corpo, no Baderna Feminista.