HISTÓRICO! A Ministra Rosa Weber votou SIM pela descriminalização do aborto! A Ministra trouxe o argumento da autodeterminação reprodutiva com central, defendeu que a vida da mulher é soberana em detrimento a vida do feto e defende que a mulher que decide abortar merece o mesmo tratamento constitucional que aquela que decide gestar.
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Hoje, quinta-feira (15), às 17h, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos realizará uma audiência para discutir a criminalização da luta […]
Reportagem de Déborah Guaraná, especial para o SOS Corpo e Cobertura Colaborativa da III Marcha das Mulheres Indígenas. Mais de […]
Na próxima quarta-feira, 13 de setembro, Ação Cultural Feminista com o tema Feminismos e Lutas em Comum – visões desde o Sul Global, vai reunir feministas de El Salvador, Guatemala, Moçambique e México para um intercâmbio de perspectivas e experiências de luta a partir destes territórios.
O SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia torna público edital para a contratação de duas trabalhadoras, uma para área de comunicação e outra para área de educação/pesquisa. As duas vagas são para trabalho presencial em nossa sede na cidade do Recife, com início dos trabalhos previstos em até 06 de novembro.
No último dia 02 de agosto, na sede do SOS Corpo, a Ação Cultural Feminista “Há espaço para as mulheres no futebol?”, reuniu ativistas do futebol, jogadoras e torcedoras para discutir o cenário da modalidade no Brasil e em Pernambuco.
Tribunal das Mulheres denunciou os impactos do modelo extrativista de desenvolvimento capitalista, predatório, destruidor da natureza e da vida na vida das mulheres.
Na tarde da terça-feira, 15 de agosto, no Pavilhão do Parque da Cidade, aconteceu a oficina temática “Mulheres do campo, das florestas e das águas entrelaçadas em redes livres: Acesso à internet e soberania digital”, dentro da programação da 7ª edição da Marcha das Margaridas, em Brasília.
Gira de Conversa As dimensões e repercussões da violência e suas formas de enfrentamento pelas mulheres do campo, da floresta e das águas”, tratou sobre a invisibilidade da violência sofrida e a solidão das mulheres rurais.
Painel na Marcha das Margaridas 2023 que discutiu democracia participativa, destacou a necessidade de seguirmos organizadas para reconstruirmos o Brasil com mais mulheres no poder.