Pleito municipal será trincheira contra o obscurantismo, mas também oportunidade de virada política, com mais mulheres eleitas e nos debates feministas. Jornada será árdua, mas ações pelo voto descolonizador reacendem esperanças

A segunda live do SOS Corpo reuniu diferentes movimentos sociais que debateram as saídas que estão sendo construídas pela sociedade civil no enfrentamento da crise provocada pelo coronavírus e pelo governo Bolsonaro. Assista!

“Na comunidade o povo acha que este virus so pode acontencer com os outros”, mas as mulheres negras, mães solo, donas de casa, chefes de família, matriarcas estão com medo. Procuram Elzanira, ativista feminista como referência. Leia o relato dela para o dossiê Mulheres em Tempos de Pandemia

Nós, que acreditamos na liberdade, como nos incita Ella Baker, entendemos que o caminho para ela deve ser feito com luta e o artivismo é um instrumento de força para que ela se amplie. Leia a mensagem do SOS Corpo para 2020! Estaremos de Recesso de 20 12 à 13 de janeiro de 2020.

Para as comunidades negras, as mulheres estão à frente da resistência. Neste #NovembroNegro trazemos diferentes iniciativas que pautam, no dia a dia, a prática antirracista como instrumento imprescindível à transformação social.

Evento organizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Poder, Cultura e Práticas Coletivas da UFPE terá debate sobre os impactos do pacote anti-crime e ações artivistas em referência ao mês da consciência negra. Agende-se!

Por Analba Brazão – “Escolho esta bela frase da companheira indígena Dona Lavínia, da Organização de Mulheres Indígenas de Roraima (OMIR), para iniciar o relato sobre a experiência de estar longe e perto, a um só momento, e de como isto foi importante para mim.”
#AMBnasMarchas

A reunião teve como objetivo discutir questões relacionadas à mulher rural quilombola e deliberar o apoio da CESE à CONAQ para a realização do 2º encontro nacional de mulheres quilombolas que irá acontecer no próximo ano.

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Amanda Timóteo, poeta e representante do Slam das Minas PE, trouxe para o debate do curso Caleidoscópio a experiência revolucionária de organização das mulheres negras em torno da literatura, em um processo de tomada e disputa das narrativas através da poesia.