1

O livro Gestar, Parir, Morrer: Mulheres Negras, Morte Materna e o Racismo na Saúde, de Talita Rodrigues, é uma investigação profunda sobre a mortalidade materna em Pernambuco, Brasil, com foco nas desigualdades raciais e no impacto do racismo na saúde pública. Baixe agora a publicação!

1

Como a precarização das condições de vida aumentam as injustiças reprodutivas? Como construímos uma luta conectada com a realidade das mulheres? Como articulamos a luta por justiça e autodeterminação reprodutiva? Como construímos o horizonte de justiça reprodutiva e social que acreditamos? Essas são algumas das questões que serão abordadas no curso Fontes e Veredas Feminismo e a Luta por Justiça Reprodutiva, que acontecerá nos dias 03 e 04 de outubro, das 18h30 às 21h, na sede do SOS Corpo. 

1

No dia 02 de março, na Ação Cultural “Qual a força do feminismo em 2023?”, mais de 60 mulheres de diferentes organizações e movimentos feministas da cidade chegaram a uma análise em comum: precisamos radicalizar nossas lutas para enfrentar os desafios postos pela conjuntura! 

Está no ar a campanha “Vote em Quem Defende a Vida e a Dignidade das Mulheres, Meninas e Pessoas que Gestam” da Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do Aborto.

Ato convocado pela Frente Nacional contra a Criminalização de Mulheres e pela Legalização do Aborto e a Frente Parlamentar Feminista Antirracista ocupou o Congresso Nacional, ocupou o Congresso Nacional nesta quarta-feira, 13 de julho.

Garantir o direito universal ao aborto para todas as mulheres é uma radical proposição de avanço democrático por legitimar o direito ao aborto, na forma da lei, como possibilidade de escolha soberana das próprias mulheres. 

A legalização do aborto não é somente uma questão de decisão individual, mas, antes e, acima de tudo, de justiça social, onde, ao mudar o que parece ser um mero detalhe, transforma-se o que estrutura o todo da desigualdade.

Integrante da rede que protegeu a garota capixaba conta: movimento feminista e médico corajoso foram cruciais para garantir o direito à interrupção da gravidez. Mas para avançar, é preciso batalha cultural contra o fundamentalismo. Escute Silvia Camurça em entrevista a Gabriela Leite, no Tibungo