Neste 28 de setembro, marcada pela luta dos movimentos de mulheres e feministas do Brasil e de toda a América Latina e Caribe, a Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto vem reafirmar o compromisso com a luta pela legalização e descriminalização do aborto.

Está no ar a campanha “Vote em Quem Defende a Vida e a Dignidade das Mulheres, Meninas e Pessoas que Gestam” da Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do Aborto.

Ato convocado pela Frente Nacional contra a Criminalização de Mulheres e pela Legalização do Aborto e a Frente Parlamentar Feminista Antirracista ocupou o Congresso Nacional, ocupou o Congresso Nacional nesta quarta-feira, 13 de julho.

Seguimos na Luta contra o PL 5435!! Divulgamos a crítica do Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher – Cladem, Seção Brasil. #GravidezForçadaÉTortura #ArquivaPL5435

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Já imaginou, depois de estuprada, receber uma oferta do Estado de auxílio financeira para ter o bebê do estuprador? Essa é a estúpida proposta da bancada anti-cristã do Congresso Nacional, ao criar um Estudo da Gestante. Leia a Nota da Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do Aborto para entender o que está em risco.

A frente Pernambuco pela Legalização e descriminalização do aborto lançou na segunda-feira, 8 de março de 2021, um vídeo onde apresenta suas pautas de luta pela legalização ao mesmo tempo que recorda sua atuação desde 2017.

A Frente nacional Pela Legalização do Aborto vem a público denuncia o Decreto 10.531/2020, que estabelece os direitos do nascituro como base das políticas públicas do governo para os próximos 30 anos. Assista ao vídeo e leia a nota na íntegra.

Voltado para militantes de partidos de esquerda, o curso pretende apresentar e debater algumas possibilidades de argumentos na defesa da legalização do aborto no contexto das eleições 2020, como parte do Estado Democrático de Direito. Inscreva-se!

A legalização do aborto não é somente uma questão de decisão individual, mas, antes e, acima de tudo, de justiça social, onde, ao mudar o que parece ser um mero detalhe, transforma-se o que estrutura o todo da desigualdade.