As recentes manifestações que eclodiram ao redor do mundo têm exposto o racismo, uma ferida colonial, um sistema complexo e perfeito para (re)produzir desigualdades sociais dentro de uma sociedade racista como a nossa. O que o momento nos coloca como desafio para seguir na luta por dias melhores, é a necessidade, mais que urgente, de colocarmos no centro de nossas vidas a luta antirracista.

Apesar do curto tempo em que ficaram abertas as inscrições para o Caleidoscópio, mais de 80 mulheres se interessaram em aprofundar a conversa sobre religiões, feminismos e laicidade do Estado. Pensando, entretanto no público que fiou de fora e não poderia acompanhar três dias seguidos de discussões, o SOS Corpo apresenta aqui a programação aberta ao público.

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