Em seu novo artigo para a Marco Zero Conteúdo, Carmen Silva fala da conquista de votos na reta final do segundo turno e das intensas movimentações para garantir a vitória de Lula. Vale panfletagens, porta a porta, caminhadas, manifestações artísticas, produção de material e conversas de mesa de bar.

No primeiro artigo para a Marco Zero depois da votação de 2 de outubro, Carmen Silva faz um balanço dos resultados, convocando os movimentos sociais e os eleitores a ocupar as ruas nesse segundo turno em defesa da candidatura do ex-presidente Lula.

Você sabe qual é a função de uma deputada estadual, federal e de uma senadora? Chega aqui nessa postagem que vamos explicar de maneira rápida e acessível e você ainda vai ter um bônus: vai descobrir como funciona a contagem de votos e como uma deputada pode vir a ser eleita!

O Encontro de Candidatas Feministas e Antirracistas de Pernambuco foi uma realização da Rede de Mulheres Negras de Pernambuco, SOS Corpo Instituto Feminista Para Democracia, Fórum de Mulheres de Pernambuco, Meu Voto Será Feminista, Eu Voto Em Negra e Marco Zero Conteúdo com apoio da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político.

Em seu novo artigo para a Marco Zero Conteúdo, Carmen Silva aborda as expectativas para o 7 de setembro. Se a data historicamente é o “dia de demonstração de poder das Forças Armadas” também é um dia de contraponto político mobilizado pelos movimentos sociais no Grito dos Excluídos.

Carmen Silva, do SOS Corpo, relata a dificuldade de tomada de decisão sobre o voto para governador(a) e senador(a) de Pernambuco que chega a ela de vários coletivos que lutam por direitos e pessoas conscientes e preocupadas com os rumos da eleição.

No Programa Fora da Curva desta sexta-feira, 5 de agosto, Carmen Silva, educadora do SOS Corpo, é uma das convidadas para o debate sobre as ameaças que rondam a democracia às vésperas da eleição deste ano. 

No segundo artigo de Carmen Silva* para a Marco Zero Conteúdo, a educadora do SOS Corpo traça um panorama do isolamento político de Bolsonaro com a reação dos movimentos sociais, presidência do Senado, tribunais superiores, associações profissionais da PF e da ABIN; e até de setores das Forças Armadas e do empresariado às ameaças golpistas do atual presidente. Contudo, o quadro ainda é de insegurança democrática e em sua análise a socióloga não descarta manobras no Congresso para adiar as eleições, embora reconheça que não há no momento sustentação política para esse movimento.

Maioria do eleitorado, elas são mais impactadas pela tragédia alimentar e podem exigir política mais próxima do cotidiano. Indecisão é maior, porém menos inclinada ao bolsonarismo. Em outubro, serão decisivas no resgate da democracia. Por Juliana Romão, para o SOS Corpo.