Neste 8 de Março de 2022, mulheres de todo o Brasil e diferentes parte do mundo foram às ruas para marcar o Dia de Luta Feminista! Depois de um ano sem ir às ruas, no Recife foram quase 10 mil mulheres que se manifestaram com muito artivismo, diálogo e resistência.

Organizações que atuam na luta em defesa dos Direitos Humanos no Brasil, entre elas o SOS Corpo, lançaram manifestação sobre fala da Ministra Damares nas Nações Unidas CDH49 ONU, que divulgou falsas informações sobre a situação dos direitos humanos no país.

Os casos denunciados por familiares e pessoas próximas tiveram que ganhar divulgação na mídia, nas redes sociais e nas ações das organizações para que recebessem atenção das entidades encarregadas da proteção às mulheres. Neste artigo, a feminista Clyde Soto nos dá uma visão geral da situação.

Respeitar a vontade dos cidadãos peruanos é uma ação democrática. Feministas rejeitam tentativas tendenciosas de declarar fraude eleitoral, que foram conduzidas de forma limpa e transparente. via @AFM_mujeres

Num contexto de emergência sócio-sanitária que resulta no confinamento e restrição de muitas atividades económicas, os preços das rendas e despejos por incapacidade de pagamento aumentam de forma preocupante.

Intervenção das OSC diante da 60ª. Mesa Diretora da Conferência Regional sobre a Mulher da CEPAL (fevereiro 2021), sobre o Fundo Regional de Apoio a Organizações e Movimentos de Mulheres e Feministas.

Mais de 90 organizações e 150 ativistas da Colômbia têm se unido para eliminar o delito de aborto (consentido) do Código Penal colombiano. Esta mobilização legal está sendo liderada pelo Movimento Causa Justa[2] que recentemente apresentou uma demanda perante a Corte Constitucional colombiana para declarar inexequível o artigo 122 do Código Penal, que penaliza parcialmente o aborto no país.

Grávidas sofrem mais com a segunda onda de COVID-19 no Brasil e a principal causa de morte são as falhas no atendimento. Situação calamitosa expõe a política genocida de Bolsonaro com mulheres negras. Para entender melhor o que está acontecendo, entrevistamos o ginecologista Melania Amorim da Rede Feminista de Ginecologistas e Obstetras.