A cultura e a estrutura patriarcal capitalista racista se utilizam da violência contra as mulheres para manter o sistema de dominação e exploração sobre nossas vidas e na sociedade, e a nossa luta feminista se realiza para que todas as mulheres, crianças e idosas, tenham uma vida livre de violências.

Nesta quinta-feira (25), a partir das 19h, a Rede de Mulheres Negras de Pernambuco e perspectivas na luta contra o racismo hoje”, com a participação de mulheres que fazem parte da história de enfrentamento ao racismo no país.

Com transmissão ao vivo a partir das 18h45, Seminário Virtual que repercute o julgamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos do caso de feminicídio contra Márcia Barbosa, morta há 23 anos por um político influente da Paraíba.

No Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, várias manifestações e apresentações artísticas foram realizadas no Uruguai em diferentes partes do país. via @AFM_mujeres

O dia 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, foi comemorado com muita música em um país onde fanáticos religiosos cercam as poucas instituições que promovem uma perspectiva de gênero nos problemas sociais.

“Lançamos este manifesto, mobilizadas e organizadas contra as formas de violência econômica que têm se articulado com a violência patriarcal, racista e xenófoba. Queremos condenar todas as formas de violência contra mulheres, travestis, trans, lésbicas, bissexuais e não binárias.”

Em participação no programa especial da FETAPE sobre a pandemia do coronavírus, Maria Betânia Ávila destacou o aumento da violência sexual e política contra as mulheres e sua relação direta com o desgoverno. Ouça!