Centenas de meninas e adolescentes sofrem gravidez forçada em decorrência de estupro e negligência do governo peruano, que as revitimiza e tortura ao impedir que tenham acesso à contracepção oral de emergência (ECC) e ao aborto terapêutico. Durante a quarentena, 786 estupros foram registrados, mas apenas 250 vítimas receberam o Kit de Emergência contendo o AOE.

Ao invés de acolher e criar formas de facilitar e suavizar o acesso das vítimas aos serviços de saúde, o Ministério da Saúde publica portaria que contraria os princípios do SUS de acolhimento e resolutividade, e às normativas já existentes no âmbito do atendimento ao aborto previsto em Lei. Leia a Nota da Frente Nacional pela Legalização do Aborto.

Em live realizada no último dia 08 de setembro pelo CNTE, a educadora do SOS Corpo, Silvia Camurça, foi uma das convidadas para debater a importância de uma educação libertadora e crítica na proteção de crianças contra a violência sexual. Confira!

Apenas 42 hospitais realizam procedimento legal no Brasil, enquanto há 500 mil estupros por ano. Grupos religiosos propõem punitivismo — mas solucionar violência estruturante exigirá ensino de sexualidade e igualdade de gênero nas escolas. Por CFEMEA.

Como uma série de explosões em cadeia, em apenas uma semana centenas de denúncias sobre situações de violência de gênero surgiram em diferentes esferas da cultura, política, academia e trabalho. Somos milhares, estamos unidas e eles não terão mais o conforto do nosso silêncio.

Em debate realizado pelo Coletivo Mulher Vida, em transmissão online no facebook no último dia 02 de setembro, Carmen Silva, educadora do SOS Corpo e militante feminista do Fórum de Mulheres de Pernambuco, foi uma das convidadas para falar sobre os agravamentos da violência doméstica contra as mulheres em tempos de pandemia.

No episódio #21 do Podcast Coronavírus em Xeque, o Programa Fora da Curva trouxe para a discussão o tema: Violência sexual e a culpabilização da vítima. Até quando? O programa conta com participações de Zahira Mous, Carmen Silva, Débora Aranha, Robeyoncé Lima, o médico Olímpio Moraes, Rayane Lins e Bárbara Pereira.

Em nota, a Frente Nacional Conta a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto pergunta: quanto mais sofrimento e morte falta para nossa gente perceber que a criminalização do aborto é expressão da violência racista e sexista no Brasil?