
Nós mulheres estamos sofrendo na pele o impacto das políticas do governo Bolsonaro e, se não conseguirmos parar o desmonte do Estado que ele está promovendo, vamos sofrer muito mais. Neste 14 de junho, o movimento feminista vai às ruas reforçar a greve geral da classe trabalhadora. Não aceitamos a perda de direitos duramente conquistados. Os cortes no orçamento da educação, a proposta de reforma da previdência e o pacote anti-crime são medidas que afetam diretamente toda a classe trabalhadora, porém ataca mais fortemente as pessoas negras e as mulheres.
Dia 14, nos levantaremos contra este governo fascista para dizer bem alto que queremos viver e viver com direitos. Levantamos nossas vozes em defesa da democracia e contra a corrupção do sistema de justiça. As denúncias do conluio entre juiz e procuradores feitas pelo The Intercept renovaram as nossas esperanças. Nós já sabíamos, mas agora está comprovado: Lula é um preso político e tem direito à liberdade. O povo brasileiro está erguendo a cabeça e recuperando sua dignidade. Nós vamos demonstrar publicamente nossa rejeição a este governo, suas notícias falsas e suas articulações criminosas.